Todos nós lutamos contra diferentes tipos de vilões todos os dias. De ideias limitantes a situações — algumas mais poderosas que outras.
Sua história tem um vilão também. Assim como a minha teve.
O vilão mais forte que já enfrentei foi a domesticação dos sonhos — perseguir algo sem saber por quê, por causa do status quo que vem junto. Às vezes o vilão é um sistema limitante que define como você deveria viver sua vida. Restrições assim fazem você se sentir presa dentro de uma caixa. Elas te levam a questionar suas próprias escolhas e seus próprios sonhos.
Antes de calçar os sapatos de uma mulher independente
Eu estava presa por inibições, internas e externas.
Aos vinte e um anos — jovem, inexperiente, e com muito mais convicção do que certeza — decidi sair do Brasil e me mudar para outro país. Foi uma decisão ousada. A única força motriz que eu tinha era o desejo de tomar o controle do rumo da minha vida.
Eu tinha um desejo muito forte de ser minha própria motivadora. A última coisa na minha lista era viver de acordo com os desejos de outra pessoa.
Sabia que havia uma série de desafios me esperando. Mas também sabia que não havia outro caminho para eu me tornar a autora da minha própria história.
Deixei meu país muito jovem porque queria aprender algo novo. Essa curiosidade me move até hoje.
Desde então, morei em três países diferentes. Aprendi quatro idiomas. Viajei pelo mundo. Conquistei três diplomas. Passei duas décadas no mundo corporativo — atuando entre indústrias e culturas, liderando equipes, e eventualmente assumindo cargos de liderança executiva antes de escolher deixar tudo para trás.
Agora, acho que é hora de usar toda essa experiência acumulada para influenciar a história de outra pessoa.
Eu sou uma eterna aprendiz da vida
Não estudo só a minha própria vida — estudo cuidadosamente a vida dos outros também. Me importo profundamente com as pessoas, e tenho uma habilidade natural de ajudá-las a enxergar opções que não viam, ou encontrar uma verdade que estavam evitando.
Minha paixão é ajudar os outros a viverem a vida com que sonham. Dar a eles a coragem de ir atrás do que realmente querem. De assumirem os riscos que têm medo de assumir.
Impactei vidas colocando meus medos de lado, assumindo riscos e criando experiências transformadoras. No caminho, tomei decisões que a maioria das pessoas não espera de uma mulher. Escolhi não me casar, não ter filhos — escolhas que silenciosamente empurraram contra a corrente do que era "esperado".
E quanto mais eu desafiei essas convenções para criar meu próprio caminho, mais forte ficou minha determinação de empoderar outras pessoas que estavam lutando para embarcar numa jornada parecida.
Quanto mais desafiei as convenções, mais me tornei a pessoa que pode ajudar outras a fazerem o mesmo.Agora, como coach, ainda estou aprendendo. Ainda crescendo. Ainda tornando o que vivi mais útil para as pessoas com quem trabalho.
Então vou te perguntar o que tive que me perguntar
Você está na beira de uma grande mudança de vida? De uma decisão importante? De um sonho que você vem tentando ignorar?
Eu posso te ajudar a encontrar a liberdade que você procura. Ajudo pessoas a assumirem riscos calculados guiados pela paixão — porque eu já fiz isso por mim mesma.
Você pode ser quem você é. Você pode fazer o que você quer.
Você merece liberdade.